
Depois de acomodados, fomos conhecer Leiria, pegando uma estrada secundária, de mão e contra-mão com um tráfico um tanto intenso (para os padrões de lá) e que, embora bem pavimentada, poderia ser uma típica estrada brasileira, já que, às margens, estava cheio de barracas vendendo quinquilharias, notadamente vasos e estátuas de cerâmica, de gosto duvidoso.
A verdade é que não temos a noção de como somos filhos de Portugal. A forma de ocupação dos terrenos marginais da estrada é quase idêntica a que fazemos no Brasil.
Bom, a meio caminho de Leiria, fomos comer num local que também poderia ser uma parada em uma estrada brasileira. Só que, mais uma vez numa grande dica do Flávio, a comida era excelente e muito farta. Destaques para um arroz de tomate (na verdade um risoto) e os pastéizinhos "samosa", uma especialidade da Índia.
Alimentados, voltamos para estrada e chegamos em Leiria.
É uma cidade moderna que lembra um pouco Nova Friburgo . Sua principal atração que foi para onde nos dirigimos é o Castelo de Leiria, que de cima de um morro, domina a cidade. Sua característica mais marcante é uma grande varanda com arcos ogivais, que dá um aspecto romântico à construção.
O castelo foi parcialmente restaurado e é todo de pedra. Não há nenhuma mobília nas salas, que abrigam algumas exposições. As mais interessantes mostram réplicas de armas medievais e os achados arqueológicos da região, sendo o mais importante, o chamado "Menino do Lapelo", esqueleto de uma criança pré-histórica achado dentro de uma caverna à beira-mar, dentro do território do "Conçelho". Os ossos desse menino seriam de um neanderthal, porém com mandíbula de homem moderno, dando margem à especulação de que poderia ser fruto de um cruzamento entre ambas as espécies.
Como eu já tinha lido isso em revistas e na internet, expliquei o assunto, em frente ao mostruário que reproduzia o achado, para o Flávio e para a Ana. De repente, uma funcionária do Museu me interrompeu e me parabenizou pela explanação, deixando meus companheiros espantados...e eu todo orgulhoso.
A verdade é que não temos a noção de como somos filhos de Portugal. A forma de ocupação dos terrenos marginais da estrada é quase idêntica a que fazemos no Brasil.
Bom, a meio caminho de Leiria, fomos comer num local que também poderia ser uma parada em uma estrada brasileira. Só que, mais uma vez numa grande dica do Flávio, a comida era excelente e muito farta. Destaques para um arroz de tomate (na verdade um risoto) e os pastéizinhos "samosa", uma especialidade da Índia.
Alimentados, voltamos para estrada e chegamos em Leiria.
É uma cidade moderna que lembra um pouco Nova Friburgo . Sua principal atração que foi para onde nos dirigimos é o Castelo de Leiria, que de cima de um morro, domina a cidade. Sua característica mais marcante é uma grande varanda com arcos ogivais, que dá um aspecto romântico à construção.
O castelo foi parcialmente restaurado e é todo de pedra. Não há nenhuma mobília nas salas, que abrigam algumas exposições. As mais interessantes mostram réplicas de armas medievais e os achados arqueológicos da região, sendo o mais importante, o chamado "Menino do Lapelo", esqueleto de uma criança pré-histórica achado dentro de uma caverna à beira-mar, dentro do território do "Conçelho". Os ossos desse menino seriam de um neanderthal, porém com mandíbula de homem moderno, dando margem à especulação de que poderia ser fruto de um cruzamento entre ambas as espécies.
Como eu já tinha lido isso em revistas e na internet, expliquei o assunto, em frente ao mostruário que reproduzia o achado, para o Flávio e para a Ana. De repente, uma funcionária do Museu me interrompeu e me parabenizou pela explanação, deixando meus companheiros espantados...e eu todo orgulhoso.
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