
Já apaixonados por Portugal e seu povo, seguimos em direção à Coimbra, onde um amigo nosso, o Flávio, está fazendo doutorado na Universidade.
Seguindo a dica da Revista Viagem e Turismo, ficamos na Pensão Residencial Antunes, um sobrado do séc. XIX, coberto de azulejos.
Fomos recebidos com muita gentileza pelo funcionário, que nos mostrou o nosso quarto, que também parecia ter uns 100 anos, inclusive a pintura e o piso. O pé direito, inclusive, era altíssimo. Não é para quem gosta de luxo... a mobília era velha, assim como o banheiro. Mas tudo era limpinho.
O fato é que, apesar da fama de mal-humorados, achei os portugueses um povo cordial, caloroso, que ainda tem tempo para trocar 2 dedos de prosa com um estranho. Acho que mantiveram a característica do calor humano (mesmo que seja para resmungar e esbravejar) que mesmo nós brasileiros estamos perdendo.
Após pegar as malas no carro, que ficou na garagem (gratuita) no outro lado da rua, experimentamos mais uma "piada ao vivo e a cores", que tanto nos divertiram em Portugal:
Disse ao atendente que pretendia sair à noite de carro para jantar e já que o carro ficara trancado na garagem, então perguntei:
"- Como faço para sair com o carro mais tarde?"...
E ele respondeu:
"- É só abrir o portão, se não abrir, o carro não sai, vais ter que derrubar"...
Eles de fato interpretam a língua literalmente, não em sentido figurado.
Seguindo a dica da Revista Viagem e Turismo, ficamos na Pensão Residencial Antunes, um sobrado do séc. XIX, coberto de azulejos.
Fomos recebidos com muita gentileza pelo funcionário, que nos mostrou o nosso quarto, que também parecia ter uns 100 anos, inclusive a pintura e o piso. O pé direito, inclusive, era altíssimo. Não é para quem gosta de luxo... a mobília era velha, assim como o banheiro. Mas tudo era limpinho.
O fato é que, apesar da fama de mal-humorados, achei os portugueses um povo cordial, caloroso, que ainda tem tempo para trocar 2 dedos de prosa com um estranho. Acho que mantiveram a característica do calor humano (mesmo que seja para resmungar e esbravejar) que mesmo nós brasileiros estamos perdendo.
Após pegar as malas no carro, que ficou na garagem (gratuita) no outro lado da rua, experimentamos mais uma "piada ao vivo e a cores", que tanto nos divertiram em Portugal:
Disse ao atendente que pretendia sair à noite de carro para jantar e já que o carro ficara trancado na garagem, então perguntei:
"- Como faço para sair com o carro mais tarde?"...
E ele respondeu:
"- É só abrir o portão, se não abrir, o carro não sai, vais ter que derrubar"...
Eles de fato interpretam a língua literalmente, não em sentido figurado.
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